sábado, 1 de agosto de 2026
A boa, o mau e o vilão - a raposa, o lobo e o javali
domingo, 12 de julho de 2026
Cenas da vida de um lavrador (III) - O mistério da saca das cuecas vermelhas
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Aqui o calor já passou, mas tenham cuidado
domingo, 5 de julho de 2026
Cenas da vida de um lavrador (II) - No campo e no futebol
O futebol é uma cena a que pouco assisto. Tornei-me adepto do Benfica por influência do meu pai, mas, tal como ele, nunca fui muito praticante dessa “religião”. Nunca fui à “catedral” da Luz, mas fomos os dois assistir a um jogo Benfica - Rio Ave, os nossos clubes, no antigo Estádio da Avenida, em Vila do Conde. Pelo contrário, fui duas vezes ao Estádio do Dragão, mas nunca para ver o “papa”, porque o nosso sempre esteve em Roma. A primeira vez terá sido há 15 anos, ao festival Panda e a segunda vez foi para ver a seleção, na Liga das Nações, derrotar a Suíça, tornando realidade a previsão que me fez ganhar dois bilhetes e duas camisolas num concurso da GALP, com a frase: “vamos comê-los como um queijo suíço!” E, se não estou em erro, foi um hat-trick de Ronaldo. Já posso dizer que o vi jogar ao vivo.
domingo, 28 de junho de 2026
Cenas da vida de um lavrador (I) - A mulher misteriosa
Ao fim tarde, mais uma vez, fui para o campo à hora de vir. O campo fica a 400 metros da foz do Rio Ave, nas traseiras do convento abandonado de Nossa Senhora dos Anjos, convento franciscano mais conhecido pela Igreja de S. Donato. Para chegar ao campo atravessei outro campo que fica no fim de uma rua sem saída. O objetivo era juntar a erva que já estava cortada e seca ao sol ou, como nós dizemos, “encordoar”, colocar em “cordões” para fazer rolos e plastificar no dia seguinte. Cheguei ao campo e desci do trator para “armar a tenda”, que no caso consistia em montar as várias hastes do “encordoador” na posição horizontal, posição de trabalho, ficando com 4 metros e trinta de largura. Na hora de voltar a subir para o trator e começar a juntar a erva, vi uma mulher, relativamente jovem, a caminhar ao meu encontro, já depois de ter atravessado o primeiro campo. Trazia na mão uma latinha de creme nívea e dois ou três pedaços de creme colocados no rosto, talvez em borbulhas ou queimaduras.
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Os Pedros, os lobos e os calores
quinta-feira, 18 de junho de 2026
História de um gato preto
Tive um tio (por afinidade) que era médico de família, como o Dr. João Semana, do livro “As pupilas do Sr. Reitor”, de Júlio Dinis, e também dentista, com um consultório no Porto e outro na freguesia natal. Na sala de espera, tinha um quadro / aviso: “Ao médico, ao advogado e ao padre, dizei só a verdade”. No consultório, tinha uma cadeira antiga de dentista, onde passei longas horas a sofrer e também, em jeito de anestesia, a ouvir muitas histórias da sua vida.




